
Cada dia mais o Twitter - ferramenta internética que permite aos seus usuários trocarem informações em frases de apenas 140 caracteres - tem se tornado um importante meio na difusão da informação.
Antes restrito aos internautas mais ligados nas novidades da rede, agora o microblog agrega seguidores de todos os gêneros. Todo mundo - políticos, celebridades, jornalistas e "pessoas comuns"- que quer ter um bocadinho de fama, se mostrar antenado nas novidades e, de quebra, ter sua mensagem lida por gente das mais diferentes espécies, entra para a turma do passarinho.
Este post sobre o Twitter está para ser escrito a um certo tempo. Mais precisamente desde o dia 24 de janeiro, quando passei a utilizar o serviço. E jogo minhas mãos para o céu por ter esperado para fazê-lo. Se tivesse escrito antes, este seria um texto anti-twitter. Explico.
Na primeira impressão, o Twitter confunde e assusta. São frases truncadas recheadas de links diferentes que não dizem muita coisa para o internauta menos curioso. Nada parece fazer sentido e aquela página que se atualiza a cada minuto (dependendo do número de pessoas que você acompanha) mais atrapalha do que ajuda. Mas, quando se começa a entender o funcionamento da coisa, tudo se encaixa.
É impressionante o tanto de informação que não sai na mídia que se é capaz de obter através de lá. Por exemplo: eu fiquei sabendo antes que muito jornalista que a Faculdade de Educação da UFF havia sido assaltada. No roubo, foram levados computadores, aparelhos de TV, DVD e Datashow, sem que ninguém percebesse...
Fora isso, os usuários do Twitter fazem mobilizações, como a de apoio ao povo iraniano e sua eleição maluca. Além disso, há sempre a possibilidade de trocar informações com pessoas que se admira. O apresentador Marcelo Tas, a cantora Maria Rita e o presidente norte-americando Barack Obama fazem parte da lista de personalidades acessíveis pelo microblog.
Empresas jornalísitcas ou não também já entenderam a importância de ter um perfil no Twitter. CNN, Google e GM estão por lá. A GM, aliás, promove um chat com Fritz Henderson, o chefe da empresa, para falar sobre a reestruturação da montadora americana.
Assim como qualquer novidade que traz a possibilidade de se comunicar e de aparecer, o Twitter pode ser totalmente besta e inútil. Mas, sabendo usar, dá pra fazer muita coisa interessante por lá.
Ah! Caso interesse para alguém, meu perfil no Twitter: @claraaraujo
Abraços,
Clara Araújo


